quarta-feira, 9 de julho de 2014

Orbitais


encontros perdoados pela ausência
diáspora de sonhos
órbitas dos olhares mais profundos para o lado mais claro do tempo

imagem desmembrada da pintura
calmamente inscrita na espera

vem do mistério antes seus segredos
       dos mares donos de seu espelho

A alma não se faz de palavras


Edemir Fernandes Bagon




2 comentários:

Turvidez

Tocaste meu calcanhar como um cão dentro do espelho. Tua casa, de vermelho, em sete cantos, me ouvia. Teu palavreado, como nuvens encantadas...