Amanhecer no Horizonte é um blog de poesias, microcontos, artigos e reflexões escrito por Edemir Fernandes Bagon, onde o cotidiano, a memória e os afetos ganham voz em textos intensos e humanos.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
domingo, 27 de dezembro de 2015
Que você saiba
que a tarde encontre a saudade sem ver o tempo
que o silêncio deixe em paz o espírito perdido
que o acaso invente histórias sem finais esperados
(agora e para sempre)
Edemir Fernandes Bagon
que o silêncio deixe em paz o espírito perdido
que o acaso invente histórias sem finais esperados
(agora e para sempre)
Edemir Fernandes Bagon
quarta-feira, 23 de dezembro de 2015
Front
a gente viu
que o fim 'tava tão perto
que decidiu ficar bem longe
um do outro
Edemir Fernandes Bagon
que o fim 'tava tão perto
que decidiu ficar bem longe
um do outro
Edemir Fernandes Bagon
domingo, 20 de dezembro de 2015
sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
Memórias
Minha vida desenhada no mar
As pedras redescobrem as formas
Ver a beleza do caminho
[Preciso da vida, porque preciso falar da linguagem do amor]
Edemir Fernandes Bagon
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
Os tolos
os tolos acreditam ser tão mais capazes e competentes que a maioria dos mais simples
fazem seus salões de festas com a bondade dos mais pobres
recriam flores e altares
transformam os sonhos e as canções de amor
em contas bancárias
os tolos acreditam ser mais fantásticos que a descoberta do sentido da vida
acreditam ser mais vitoriosos que a própria beleza da linguagem
mais sábios que o silêncio de Deus
mais importantes que a igualdade
os tolos reabrem as portas sem as chaves
e esquecem dos outros
pensando ser invencíveis
os tolos não perdoam o seu próprio egoísmo
e caminham altivos sem conhecerem o fim de seus vícios
seus olhos enganam
seus gestos traem e professam mentiras
caminham e semeiam espinhos nos campos dos cegos
rezando em nome de suas ambições
para serem Quasímodo
Edemir Fernandes Bagon
fazem seus salões de festas com a bondade dos mais pobres
recriam flores e altares
transformam os sonhos e as canções de amor
em contas bancárias
os tolos acreditam ser mais fantásticos que a descoberta do sentido da vida
acreditam ser mais vitoriosos que a própria beleza da linguagem
mais sábios que o silêncio de Deus
mais importantes que a igualdade
os tolos reabrem as portas sem as chaves
e esquecem dos outros
pensando ser invencíveis
os tolos não perdoam o seu próprio egoísmo
e caminham altivos sem conhecerem o fim de seus vícios
seus olhos enganam
seus gestos traem e professam mentiras
caminham e semeiam espinhos nos campos dos cegos
rezando em nome de suas ambições
para serem Quasímodo
Edemir Fernandes Bagon
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