sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Rosa

Todos os sonhos
Todas as formas
Todos os dias
Todas as armas

Todo Amor
Toda fraqueza
Toda fome
Toda tolice

Todo filho
Toda chuva
Todo o mar
Todo corpo

Toda a parte
Toda a vida
Toda canção
Todo final


Todo o sempre
Nem campo
semente
Luz que se apaga
Sempre
Sempre
Sempre


Mundo todo
todo
eu...

De repente,
Meu amor foi assim: Diadorim.

Eu longe
feito sertanejo

o descobri Riobaldo

[Ser é tão grande que não me acho.]

Edemir Fernandes Bagon

2 comentários:

  1. Tenho flores e espinhos
    O calor que arrebata
    E o frio que congela
    O remédio que cura
    E o veneno que mata

    Tenho água e tenho fogo
    Tenho a luz e tenho trevas
    Tenho a paz e o vendaval
    Tenho fases
    Fases do bem
    E do mal.

    E também na maioria das vezes
    não me acho...

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  2. Sei que vai ficar repetitivo, mas realemte, ser é enormemente grande e não me acho nem que procure por detraz dos móveis, debaixo da cama, por entre os vãos...

    Linda poesia !!!

    Bj.

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The sea writes waves while my eyes sleep beneath red clouds. Although his soul reads the whole island in my dreams, my tongue challenges eve...