Amanhecer no Horizonte é um blog de poesias, microcontos, artigos e reflexões escrito por Edemir Fernandes Bagon, onde o cotidiano, a memória e os afetos ganham voz em textos intensos e humanos.
sábado, 23 de fevereiro de 2013
Lluvia
La solitud mira el espírito del mundo.
Y el canto hace nosotros olvidar amores.
Lluvia cantante.
Cuerpo adelante de los ojos.
Sentidos muertos.
Aunque las certezas del tiempos inciertos sean
El amor descansa en la superficie de la tierra
Porque ello es un deseo de la vida llena.
La solitud mira el espírito del mundo.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Ovelhas
Um líder pode ser carismático, forte e persuasivo. Entretanto, seus seguidores afastar-se-ão quando perceberem sua ambição pelo poder. Todo aquele que busca amparo, prefere a liberdade à escravidão das paixões perniciosas.
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
domingo, 10 de fevereiro de 2013
Coisas que a vida nos ensina
guarde uma fotografia de sua mãe para não esquecer que o sempre é finito
deixe um canto da casa para a chegada do amor
espere com sabedoria a inocência
não se iluda com a dor do arrependimento
erre quantas vezes puder para ter opinião sobre a mentira e a verdade
caminhe pelas calçadas do centro de qualquer cidade
para aprender o quão relativo é o chão que julga ser seu
demonstre seu amor por qualquer ser humano sem ressalvas ou mistérios
não tenha apreço por nada que seja feito para agradar apenas seu ego
olhe para frente
segure em sua mão toda criança
divida seu instante de alegria com os olhos daquele que precisa
confidencie alguns segredos
não tenha medo de entregar sua alma por isso, pois nada somos
tenha somente vontade de representar quando não existir mais público nenhum
seja apenas o que sonha
não dê nada mais que aquilo que sente
ignore a justa medida da injustiça dos que julgam seus atos
porque as palavras podem desistir dos fins
mas a saudade, não
edemir fernandes bagon
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Passagem
Depois as folhas caem no quintal
E também a tinta da parede vai desaparecendo aos poucos
A poeira silenciosamente dorme sobre os móveis de casa
E o tempo na frente da janela sonha com o passado
Edemir Fernandes Bagon
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